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American Standard Version (1901) -
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1
|Efésios 6:1|
Children, obey your parents in the Lord: for this is right.
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2
|Efésios 6:2|
Honor thy father and mother (which is the first commandment with promise),
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3
|Efésios 6:3|
that it may be well with thee, and thou mayest live long on the earth.
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4
|Efésios 6:4|
And, ye fathers, provoke not your children to wrath: but nurture them in the chastening and admonition of the Lord.
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5
|Efésios 6:5|
Servants, be obedient unto them that according to the flesh are your masters, with fear and trembling, in singleness of your heart, as unto Christ;
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6
|Efésios 6:6|
not in the way of eyeservice, as men-pleasers; but as servants of Christ, doing the will of God from the heart;
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7
|Efésios 6:7|
with good will doing service, as unto the Lord, and not unto men:
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8
|Efésios 6:8|
knowing that whatsoever good thing each one doeth, the same shall he receive again from the Lord, whether [he be] bond or free.
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9
|Efésios 6:9|
And, ye masters, do the same things unto them, and forbear threatening: knowing that he who is both their Master and yours is in heaven, and there is no respect of persons with him.
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10
|Efésios 6:10|
Finally, be strong in the Lord, and in the strength of his might.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva