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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Ezequiel 18:6|
and hath not eaten upon the mountains, neither hath lifted up his eyes to the idols of the house of Israel, neither hath defiled his neighbor's wife, neither hath come near to a woman in her impurity,
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7
|Ezequiel 18:7|
and hath not wronged any, but hath restored to the debtor his pledge, hath taken nought by robbery, hath given his bread to the hungry, and hath covered the naked with a garment;
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8
|Ezequiel 18:8|
he that hath not given forth upon interest, neither hath taken any increase, that hath withdrawn his hand from iniquity, hath executed true justice between man and man,
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9
|Ezequiel 18:9|
hath walked in my statutes, and hath kept mine ordinances, to deal truly; he is just, he shall surely live, saith the Lord Jehovah.
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10
|Ezequiel 18:10|
If he beget a son that is a robber, a shedder of blood, and that doeth any one of these things,
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11
|Ezequiel 18:11|
and that doeth not any of those [duties], but even hath eaten upon the mountains, and defiled his neighbor's wife,
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12
|Ezequiel 18:12|
hath wronged the poor and needy, hath taken by robbery, hath not restored the pledge, and hath lifted up his eyes to the idols, hath committed abomination,
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13
|Ezequiel 18:13|
hath given forth upon interest, and hath taken increase; shall he then live? he shall not live: he hath done all these abominations; he shall surely die; his blood shall be upon him.
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14
|Ezequiel 18:14|
Now, lo, if he beget a son, that seeth all his father's sins, which he hath done, and feareth, and doeth not such like;
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15
|Ezequiel 18:15|
that hath not eaten upon the mountains, neither hath lifted up his eyes to the idols of the house of Israel, hath not defiled his neighbor's wife,
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva