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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Ezequiel 19:4|
The nations also heard of him; he was taken in their pit; and they brought him with hooks unto the land of Egypt.
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5
|Ezequiel 19:5|
Now when she saw that she had waited, and her hope was lost, then she took another of her whelps, and made him a young lion.
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6
|Ezequiel 19:6|
And he went up and down among the lions; he became a young lion, and he learned to catch the prey; he devoured men.
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7
|Ezequiel 19:7|
And he knew their palaces, and laid waste their cities; and the land was desolate, and the fulness thereof, because of the noise of his roaring.
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8
|Ezequiel 19:8|
Then the nations set against him on every side from the provinces; and they spread their net over him; he was taken in their pit.
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9
|Ezequiel 19:9|
And they put him in a cage with hooks, and brought him to the king of Babylon; they brought him into strongholds, that his voice should no more be heard upon the mountains of Israel.
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10
|Ezequiel 19:10|
Thy mother was like a vine, in thy blood, planted by the waters: it was fruitful and full of branches by reason of many waters.
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11
|Ezequiel 19:11|
And it had strong rods for the sceptres of them that bare rule, and their stature was exalted among the thick boughs, and they were seen in their height with the multitude of their branches.
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12
|Ezequiel 19:12|
But it was plucked up in fury, it was cast down to the ground, and the east wind dried up its fruit: its strong rods were broken off and withered; the fire consumed them.
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13
|Ezequiel 19:13|
And now it is planted in the wilderness, in a dry and thirsty land.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva