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American Standard Version (1901) -
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|Filipenses 3:1|
Finally, my brethren, rejoice in the Lord. To write the same things to you, to me indeed is not irksome, but for you it is safe.
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2
|Filipenses 3:2|
Beware of the dogs, beware of the evil workers, beware of the concision:
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3
|Filipenses 3:3|
for we are the circumcision, who worship by the Spirit of God, and glory in Christ Jesus, and have no confidence in the flesh:
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4
|Filipenses 3:4|
though I myself might have confidence even in the flesh: if any other man thinketh to have confidence in the flesh, I yet more:
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5
|Filipenses 3:5|
circumcised the eighth day, of the stock of Israel, of the tribe of Benjamin, a Hebrew of Hebrews; as touching the law, a Pharisee;
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6
|Filipenses 3:6|
as touching zeal, persecuting the church; as touching the righteousness which is in the law, found blameless.
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7
|Filipenses 3:7|
Howbeit what things were gain to me, these have I counted loss for Christ.
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8
|Filipenses 3:8|
Yea verily, and I count all things to be loss for the excellency of the knowledge of Christ Jesus my Lord: for whom I suffered the loss of all things, and do count them but refuse, that I may gain Christ,
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|Filipenses 3:9|
and be found in him, not having a righteousness of mine own, [even] that which is of the law, but that which is through faith in Christ, the righteousness which is from God by faith:
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|Filipenses 3:10|
that I may know him, and the power of his resurrection, and the fellowship of his sufferings, becoming conformed unto his death;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva