-
-
American Standard Version (1901) -
-
7
|Gálatas 2:7|
but contrariwise, when they saw that I had been intrusted with the gospel of the uncircumcision, even as Peter with [the gospel] of the circumcision
-
8
|Gálatas 2:8|
(for he that wrought for Peter unto the apostleship of the circumcision wrought for me also unto the Gentiles);
-
9
|Gálatas 2:9|
and when they perceived the grace that was given unto me, James and Cephas and John, they who were reputed to be pillars, gave to me and Barnabas the right hands of fellowship, that we should go unto the Gentiles, and they unto the circumcision;
-
10
|Gálatas 2:10|
only [they would] that we should remember the poor; which very thing I was also zealous to do.
-
11
|Gálatas 2:11|
But when Cephas came to Antioch, I resisted him to the face, because he stood condemned.
-
12
|Gálatas 2:12|
For before that certain came from James, he ate with the Gentiles; but when they came, he drew back and separated himself, fearing them that were of the circumcision.
-
13
|Gálatas 2:13|
And the rest of the Jews dissembled likewise with him; insomuch that even Barnabas was carried away with their dissimulation.
-
14
|Gálatas 2:14|
But when I saw that they walked not uprightly according to the truth of the gospel, I said unto Cephas before [them] all, If thou, being a Jew, livest as do the Gentiles, and not as do the Jews, how compellest thou the Gentiles to live as do the Jews?
-
15
|Gálatas 2:15|
We being Jews by nature, and not sinners of the Gentiles,
-
16
|Gálatas 2:16|
yet knowing that a man is not justified by the works of the law but through faith in Jesus Christ, even we believed on Christ Jesus, that we might be justified by faith in Christ, and not by the works of the law: because by the works of the law shall no flesh be justified.
-
-
Sugestões

Clique para ler Josué 9-13
10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva