-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
American Standard Version (1901) -
-
1
|Gênesis 40:1|
And it came to pass after these things, that the butler of the king of Egypt and his baker offended their lord the king of Egypt.
-
2
|Gênesis 40:2|
And Pharaoh was wroth against his two officers, against the chief of the butlers, and against the chief of the bakers.
-
3
|Gênesis 40:3|
And he put them in ward in the house of the captain of the guard, into the prison, the place where Joseph was bound.
-
4
|Gênesis 40:4|
And the captain of the guard charged Joseph with them, and he ministered unto them: and they continued a season in ward.
-
5
|Gênesis 40:5|
And they dreamed a dream both of them, each man his dream, in one night, each man according to the interpretation of his dream, the butler and the baker of the king of Egypt, who were bound in the prison.
-
6
|Gênesis 40:6|
And Joseph came in unto them in the morning, and saw them, and, behold, they were sad.
-
7
|Gênesis 40:7|
And he asked Pharaoh's officers that were with him in ward in his master's house, saying, Wherefore look ye so sad to-day?
-
8
|Gênesis 40:8|
And they said unto him, We have dreamed a dream, and there is none that can interpret it. And Joseph said unto them, Do not interpretations belong to God? tell it me, I pray you.
-
9
|Gênesis 40:9|
And the chief butler told his dream to Joseph, and said to him, In my dream, behold, a vine was before me;
-
10
|Gênesis 40:10|
and in the vine were three branches: and it was as though it budded, [and] its blossoms shot forth; [and] the clusters thereof brought forth ripe grapes:
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva