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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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11
|Josué 1:11|
Pass through the midst of the camp, and command the people, saying, Prepare you victuals; for within three days ye are to pass over this Jordan, to go in to possess the land, which Jehovah your God giveth you to possess it.
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12
|Josué 1:12|
And to the Reubenites, and to the Gadites, and to the half-tribe of Manasseh, spake Joshua, saying,
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13
|Josué 1:13|
Remember the word which Moses the servant of Jehovah commanded you, saying, Jehovah your God giveth you rest, and will give you this land.
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14
|Josué 1:14|
Your wives, your little ones, and your cattle, shall abide in the land which Moses gave you beyond the Jordan; but ye shall pass over before your brethren armed, all the mighty men of valor, and shall help them;
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15
|Josué 1:15|
until Jehovah have given your brethren rest, as [he hath given] you, and they also have possessed the land which Jehovah your God giveth them: then ye shall return unto the land of your possession, and possess it, which Moses the servant of Jehovah gave you beyond the Jordan toward the sunrising.
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16
|Josué 1:16|
And they answered Joshua, saying, All that thou hast commanded us we will do, and whithersoever thou sendest us we will go.
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17
|Josué 1:17|
According as we hearkened unto Moses in all things, so will we hearken unto thee: only Jehovah thy God be with thee, as he was with Moses.
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18
|Josué 1:18|
Whosoever he be that shall rebel against thy commandment, and shall not hearken unto thy words in all that thou commandest him, he shall be put to death: only be strong and of good courage.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva