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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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|Josué 9:1|
And it came to pass, when all the kings that were beyond the Jordan, in the hill-country, and in the lowland, and on all the shore of the great sea in front of Lebanon, the Hittite, and the Amorite, the Canaanite, the Perizzite, the Hivite, and the Jebusite, heard thereof;
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2
|Josué 9:2|
that they gathered themselves together, to fight with Joshua and with Israel, with one accord.
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3
|Josué 9:3|
But when the inhabitants of Gibeon heard what Joshua had done unto Jericho and to Ai,
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4
|Josué 9:4|
they also did work wilily, and went and made as if they had been ambassadors, and took old sacks upon their asses, and wine-skins, old and rent and bound up,
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5
|Josué 9:5|
and old and patched shoes upon their feet, and old garments upon them; and all the bread of their provision was dry and was become mouldy.
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|Josué 9:6|
And they went to Joshua unto the camp at Gilgal, and said unto him, and to the men of Israel, We are come from a far country: now therefore make ye a covenant with us.
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7
|Josué 9:7|
And the men of Israel said unto the Hivites, Peradventure ye dwell among us; and how shall we make a covenant with you?
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|Josué 9:8|
And they said unto Joshua, We are thy servants. And Joshua said unto them, Who are ye? and from whence come ye?
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|Josué 9:9|
And they said unto him, From a very far country thy servants are come because of the name of Jehovah thy God: for we have heard the fame of him, and all that he did in Egypt,
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|Josué 9:10|
and all that he did to the two kings of the Amorites, that were beyond the Jordan, to Sihon king of Heshbon, and to Og king of Bashan, who was at Ashtaroth.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva