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American Standard Version (1901) -
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1
|Malaquias 1:1|
The burden of the word of Jehovah to Israel by Malachi.
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2
|Malaquias 1:2|
I have loved you, saith Jehovah. Yet ye say, Wherein hast thou loved us? Was not Esau Jacob's brother, saith Jehovah: yet I loved Jacob;
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3
|Malaquias 1:3|
but Esau I hated, and made his mountains a desolation, and [gave] his heritage to the jackals of the wilderness.
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4
|Malaquias 1:4|
Whereas Edom saith, We are beaten down, but we will return and build the waste places; thus saith Jehovah of hosts, They shall build, but I will throw down; and men shall call them The border of wickedness, and The people against whom Jehovah hath indignation for ever.
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5
|Malaquias 1:5|
And your eyes shall see, and ye shall say, Jehovah be magnified beyond the border of Israel.
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6
|Malaquias 1:6|
A son honoreth his father, and a servant his master: if then I am a father, where is mine honor? and if I am a master, where is my fear? saith Jehovah of hosts unto you, O priests, that despise my name. And ye say, Wherein have we despised thy name?
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7
|Malaquias 1:7|
Ye offer polluted bread upon mine altar. And ye say, Wherein have we polluted thee? In that ye say, The table of Jehovah is contemptible.
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8
|Malaquias 1:8|
And when ye offer the blind for sacrifice, it is no evil! and when ye offer the lame and sick, it is no evil! Present it now unto thy governor; will he be pleased with thee? or will he accept thy person? saith Jehovah of hosts.
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9
|Malaquias 1:9|
And now, I pray you, entreat the favor of God, that he may be gracious unto us: this hath been by your means: will he accept any of your persons? saith Jehovah of hosts.
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10
|Malaquias 1:10|
Oh that there were one among you that would shut the doors, that ye might not kindle [fire on] mine altar in vain! I have no pleasure in you, saith Jehovah of hosts, neither will I accept an offering at your hand.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva