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American Standard Version (1901) -
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10
|Malaquias 3:10|
Bring ye the whole tithe into the store-house, that there may be food in my house, and prove me now herewith, saith Jehovah of hosts, if I will not open you the windows of heaven, and pour you out a blessing, that there shall not be room enough [to receive it].
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11
|Malaquias 3:11|
And I will rebuke the devourer for your sakes, and he shall not destroy the fruits of your ground; neither shall your vine cast its fruit before the time in the field, saith Jehovah of hosts.
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12
|Malaquias 3:12|
And all nations shall call you happy; for ye shall be a delightsome land, saith Jehovah of hosts.
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13
|Malaquias 3:13|
Your words have been stout against me, saith Jehovah. Yet ye say, What have we spoken against thee?
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14
|Malaquias 3:14|
Ye have said, It is vain to serve God; and what profit is it that we have kept his charge, and that we have walked mournfully before Jehovah of hosts?
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15
|Malaquias 3:15|
And now we call the proud happy; yea, they that work wickedness are built up; yea, they tempt God, and escape.
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16
|Malaquias 3:16|
Then they that feared Jehovah spake one with another; and Jehovah hearkened, and heard, and a book of remembrance was written before him, for them that feared Jehovah, and that thought upon his name.
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17
|Malaquias 3:17|
And they shall be mine, saith Jehovah of hosts, [even] mine own possession, in the day that I make; and I will spare them, as a man spareth his own son that serveth him.
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18
|Malaquias 3:18|
Then shall ye return and discern between the righteous and the wicked, between him that serveth God and him that serveth him not.
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1
|Malaquias 4:1|
For, behold, the day cometh, it burneth as a furnace; and all the proud, and all that work wickedness, shall be stubble; and the day that cometh shall burn them up, saith Jehovah of hosts, that it shall leave them neither root nor branch.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva