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American Standard Version (1901) -
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1
|Tito 2:1|
But speak thou the things which befit the sound doctrine:
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2
|Tito 2:2|
that aged men be temperate, grave, sober-minded, sound in faith, in love, in patience:
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3
|Tito 2:3|
that aged women likewise be reverent in demeanor, not slanderers nor enslaved to much wine, teachers of that which is good;
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4
|Tito 2:4|
that they may train the young women to love their husbands, to love their children,
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5
|Tito 2:5|
[to be] sober-minded, chaste, workers at home, kind, being in subjection to their own husbands, that the word of God be not blasphemed:
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6
|Tito 2:6|
the younger men likewise exhort to be sober-minded:
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7
|Tito 2:7|
in all things showing thyself an ensample of good works; in thy doctrine [showing] uncorruptness, gravity,
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8
|Tito 2:8|
sound speech, that cannot be condemned; that he that is of the contrary part may be ashamed, having no evil thing to say of us.
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9
|Tito 2:9|
[Exhort] servants to be in subjection to their own masters, [and] to be well-pleasing [to them] in all things; not gainsaying;
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10
|Tito 2:10|
not purloining, but showing all good fidelity; that they may adorn the doctrine of God our Saviour in all things.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva