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American Standard Version (1901) -
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|Tito 2:5|
[to be] sober-minded, chaste, workers at home, kind, being in subjection to their own husbands, that the word of God be not blasphemed:
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6
|Tito 2:6|
the younger men likewise exhort to be sober-minded:
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7
|Tito 2:7|
in all things showing thyself an ensample of good works; in thy doctrine [showing] uncorruptness, gravity,
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8
|Tito 2:8|
sound speech, that cannot be condemned; that he that is of the contrary part may be ashamed, having no evil thing to say of us.
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9
|Tito 2:9|
[Exhort] servants to be in subjection to their own masters, [and] to be well-pleasing [to them] in all things; not gainsaying;
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10
|Tito 2:10|
not purloining, but showing all good fidelity; that they may adorn the doctrine of God our Saviour in all things.
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11
|Tito 2:11|
For the grace of God hath appeared, bringing salvation to all men,
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12
|Tito 2:12|
instructing us, to the intent that, denying ungodliness and worldly lusts, we should live soberly and righteously and godly in this present world;
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13
|Tito 2:13|
looking for the blessed hope and appearing of the glory of the great God and our Saviour Jesus Christ;
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14
|Tito 2:14|
who gave himself for us, that he might redeem us from all iniquity, and purify unto himself a people for his own possession, zealous of good works.
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Sugestões

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08 de outubro LAB 647
ESCOLINHA DE JESUS
Mateus 11-13
Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil. Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.
Valdeci Júnior
Fátima Silva