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Basic English Bible -
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13
|Eclesiastes 2:13|
Then I saw that wisdom is better than foolish ways--as the light is better than the dark.
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14
|Eclesiastes 2:14|
The wise man's eyes are in his head, but the foolish man goes walking in the dark; but still I saw that the same event comes to them all.
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15
|Eclesiastes 2:15|
Then said I in my heart: As it comes to the foolish man, so will it come to me; so why have I been wise overmuch? Then I said in my heart: This again is to no purpose.
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16
|Eclesiastes 2:16|
Of the wise man, as of the foolish man, there is no memory for ever, seeing that those who now are will have gone from memory in the days to come. See how death comes to the wise as to the foolish!
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17
|Eclesiastes 2:17|
So I was hating life, because everything under the sun was evil to me: all is to no purpose and desire for wind.
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18
|Eclesiastes 2:18|
Hate had I for all my work which I had done, because the man who comes after me will have its fruits.
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19
|Eclesiastes 2:19|
And who is to say if that man will be wise or foolish? But he will have power over all my work which I have done and in which I have been wise under the sun. This again is to no purpose.
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20
|Eclesiastes 2:20|
So my mind was turned to grief for all the trouble I had taken and all my wisdom under the sun.
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21
|Eclesiastes 2:21|
Because there is a man whose work has been done with wisdom, with knowledge, and with an expert hand; but one who has done nothing for it will have it for his heritage. This again is to no purpose and a great evil.
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22
|Eclesiastes 2:22|
What does a man get for all his work, and for the weight of care with which he has done his work under the sun?
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva