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Basic English Bible -
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23
|Eclesiastes 2:23|
All his days are sorrow, and his work is full of grief. Even in the night his heart has no rest. This again is to no purpose.
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24
|Eclesiastes 2:24|
There is nothing better for a man than taking meat and drink, and having delight in his work. This again I saw was from the hand of God.
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25
|Eclesiastes 2:25|
Who may take food or have pleasure without him?
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26
|Eclesiastes 2:26|
To the man with whom he is pleased, God gives wisdom and knowledge and joy; but to the sinner he gives the work of getting goods together and storing up wealth, to give to him in whom God has pleasure. This again is to no purpose and desire for wind.
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1
|Eclesiastes 3:1|
For everything there is a fixed time, and a time for every business under the sun.
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2
|Eclesiastes 3:2|
A time for birth and a time for death; a time for planting and a time for uprooting;
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3
|Eclesiastes 3:3|
A time to put to death and a time to make well; a time for pulling down and a time for building up;
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4
|Eclesiastes 3:4|
A time for weeping and a time for laughing; a time for sorrow and a time for dancing;
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5
|Eclesiastes 3:5|
A time to take stones away and a time to get stones together; a time for kissing and a time to keep from kissing;
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6
|Eclesiastes 3:6|
A time for search and a time for loss; a time to keep and a time to give away;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva