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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Josué 10:1|
Now when it came to the ears of Adoni-zedek, king of Jerusalem, that Joshua had taken Ai, and had given it up to the curse (for as he had done to Jericho and its king, so he had done to Ai and its king); and that the people of Gibeon had made peace with Israel and were living among them;
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2
|Josué 10:2|
He was in great fear, because Gibeon was a great town, like one of the king's towns, greater than Ai, and all the men in it were men of war.
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3
|Josué 10:3|
So Adoni-zedek, king of Jerusalem, sent to Hoham, king of Hebron, and to Piram, king of Jarmuth, and to Japhia, king of Lachish, and to Debir, king of Eglon, saying,
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4
|Josué 10:4|
Come up to me and give me help, and let us make an attack on Gibeon: for they have made peace with Joshua and the children of Israel.
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5
|Josué 10:5|
So the five kings of the Amorites, the king of Jerusalem, the king of Hebron, the king of Jarmuth, the king of Lachish, and the king of Eglon, were banded together, and went up with all their armies and took up their position before Gibeon and made war against it.
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6
|Josué 10:6|
And the men of Gibeon sent to Joshua to the tent-circle at Gilgal, saying, Be not slow to send help to your servants; come up quickly to our support and keep us safe: for all the kings of the Amorites from the hill-country have come together against us.
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7
|Josué 10:7|
So Joshua went up from Gilgal with all his army and all his men of war.
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8
|Josué 10:8|
And the Lord said to Joshua, Have no fear of them, for I have given them into your hands; they will all give way before you.
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9
|Josué 10:9|
So Joshua, having come up from Gilgal all night, made a sudden attack on them.
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10
|Josué 10:10|
And the Lord made them full of fear before Israel, and they put great numbers of them to death at Gibeon, and went after them by the way going up to Beth-horon, driving them back to Azekah and Makkedah
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva