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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Josué 14:1|
And these are the heritages which the children of Israel took in the land of Canaan, which Eleazar, the priest, and Joshua, the son of Nun, and the heads of the tribes of the children of Israel, gave out to them;
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2
|Josué 14:2|
Their heritage by the Lord's decision, as he gave orders by Moses, for the nine tribes and the half-tribe.
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3
|Josué 14:3|
For Moses had given their heritage to the two tribes and the half-tribe on the other side of Jordan, but to the Levites he gave no heritage among them.
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4
|Josué 14:4|
Because the children of Joseph were two tribes, Manasseh and Ephraim; and they gave the Levites no part in the land, only towns for their living-places, with the grass-lands for their cattle and for their property.
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5
|Josué 14:5|
As the Lord had given orders to Moses, so the people of Israel did, and they made division of the land.
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6
|Josué 14:6|
Then the children of Judah went to Joshua in Gilgal; and Caleb, the son of Jephunneh the Kenizzite, said to him, You have knowledge of what the Lord said to Moses, the man of God, about me and about you in Kadesh-barnea.
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7
|Josué 14:7|
I was forty years old when Moses, the servant of the Lord, sent me from Kadesh-barnea to make a search through the land; and the account which I gave him was in keeping with his desire.
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8
|Josué 14:8|
My brothers, however, who went up with me, made the heart of the people like water: but I was true to the Lord with all my heart.
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9
|Josué 14:9|
And on that day Moses took an oath, saying, Truly the land where your feet have been placed will become a heritage for you and your children for ever, because you have been true to the Lord your God with all your heart.
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10
|Josué 14:10|
And now, as you see, the Lord has kept me safe these forty-five years, from the time when the Lord said this to Moses, while Israel was wandering in the waste land: and now I am eighty-five years old.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva