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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Josué 15:1|
Now the part of the land marked out for the children of Judah by families, went up to the edge of Edom, as far as the waste land of Zin to the south, to the farthest point of it on the south.
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2
|Josué 15:2|
Their south limit was from the farthest part of the Salt Sea, from the inlet looking to the south:
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3
|Josué 15:3|
From there it goes south of the slope up to Akrabbim, and on to Zin, then south past Kadesh-barnea, and on by Hezron and up to Addar, turning in the direction of Karka:
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4
|Josué 15:4|
Then on to Azmon, ending at the stream of Egypt: and the end of the limit is at the sea; this will be your limit on the south.
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5
|Josué 15:5|
And the east limit is the Salt Sea as far as the end of Jordan. And the limit of the north part of the land is from the inlet of the sea at the end of Jordan:
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6
|Josué 15:6|
Then the line goes up to Beth-hoglah, past the north of Beth-arabah, and up to the stone of Bohan, the son of Reuben;
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7
|Josué 15:7|
Then the line goes up to Debir from the valley of Achor, and so to the north, in the direction of Gilgal, which is opposite the slope up to Adummim, on the south side of the river: and the line goes on to the waters of En-shemesh, ending at En-rogel:
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8
|Josué 15:8|
Then the line goes up by the valley of the son of Hinnom to the south side of the Jebusite (which is Jerusalem): then up to the top of the mountain in front of the valley of Hinnom to the west, which is at the farthest point of the valley of Rephaim on the north:
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9
|Josué 15:9|
And the limit is marked out from the top of the mountain to the fountain of the waters of Nephtoah, and out to the towns of Mount Ephron, as far as Baalah (which is Kiriath-jearim):
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10
|Josué 15:10|
Then turning west, the line goes from Baalah to Mount Seir, and on to the side of Mount Jearim (which is Chesalon) on the north, then down to Beth-shemesh, and on past Timnah:
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva