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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Josué 4:1|
Now when all the nation had come to the other side of Jordan, the Lord said to Joshua,
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2
|Josué 4:2|
Take twelve men from the people, a man for every tribe,
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3
|Josué 4:3|
And say to them, Take up from the middle of Jordan, from the place where the feet of the priests were resting, twelve stones, and take them over with you and put them down in the place where you take your rest tonight.
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4
|Josué 4:4|
So Joshua sent for the twelve men, whom he had ready, one man out of every tribe of the children of Israel,
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5
|Josué 4:5|
And he said to them, Go over before the ark of the Lord your God into the middle of Jordan, and let every one of you take up a stone on his back, one for every tribe of the children of Israel:
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6
|Josué 4:6|
So that this may be a sign among you; when your children say to you in time to come, What is the reason for these stones?
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7
|Josué 4:7|
Then you will say to them, Because the waters of Jordan were cut off before the ark of the Lord's agreement; when it went over Jordan the waters of Jordan were cut off: and these stones will be a sign for the children of Israel, keeping it in their memory for ever.
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8
|Josué 4:8|
So the children of Israel did as Joshua gave them orders, and took twelve stones from the middle of Jordan, as the Lord had said to Joshua, one for every tribe of the children of Israel; these they took across with them to their night's resting-place and put them down there.
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9
|Josué 4:9|
And Joshua put up twelve stones in the middle of Jordan, where the feet of the priests who took up the ark of the agreement had been placed: and there they are to this day.
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10
|Josué 4:10|
For the priests who took up the ark kept there in the middle of Jordan till all the orders given to Joshua by Moses from the Lord had been done: then the people went over quickly.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva