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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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5
|Josué 14:5|
As the Lord had given orders to Moses, so the people of Israel did, and they made division of the land.
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6
|Josué 14:6|
Then the children of Judah went to Joshua in Gilgal; and Caleb, the son of Jephunneh the Kenizzite, said to him, You have knowledge of what the Lord said to Moses, the man of God, about me and about you in Kadesh-barnea.
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7
|Josué 14:7|
I was forty years old when Moses, the servant of the Lord, sent me from Kadesh-barnea to make a search through the land; and the account which I gave him was in keeping with his desire.
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8
|Josué 14:8|
My brothers, however, who went up with me, made the heart of the people like water: but I was true to the Lord with all my heart.
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9
|Josué 14:9|
And on that day Moses took an oath, saying, Truly the land where your feet have been placed will become a heritage for you and your children for ever, because you have been true to the Lord your God with all your heart.
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10
|Josué 14:10|
And now, as you see, the Lord has kept me safe these forty-five years, from the time when the Lord said this to Moses, while Israel was wandering in the waste land: and now I am eighty-five years old.
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11
|Josué 14:11|
And still, I am as strong today as I was when Moses sent me out: as my strength was then, so is it now, for war and for all the business of life.
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12
|Josué 14:12|
So now, give me this hill-country named by the Lord at that time; for you had an account of it then, how the Anakim were there, and great walled towns: it may be that the Lord will be with me, and I will be able to take their land, as the Lord said.
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13
|Josué 14:13|
And Joshua gave him his blessing; and he gave Hebron to Caleb, the son of Jephunneh, for his heritage.
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14
|Josué 14:14|
So Hebron became the heritage of Caleb, the son of Jephunneh the Kenizzite, to this day, because with all his heart he was true to the Lord, the God of Israel.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva