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Česká Bible BKR -
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|Gálatas 3:1|
Ó nemoudří Galatští, kdož jest vás tak zmámil, abyste nebyli povolni pravdě, kterýmž před očima Ježíš Kristus prve byl vypsán a mezi vámi ukřižován?
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|Gálatas 3:2|
Toto bych jen rád chtěl zvěděti od vás, z skutků-li Zákona Ducha svatého jste přijali, čili z slyšení víry?
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3
|Gálatas 3:3|
Tak nemoudří jste? Počavše Duchem, již nyní tělem konáte?
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4
|Gálatas 3:4|
Tak mnoho trpěli jste nadarmo? A ještě nadarmo-li.
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5
|Gálatas 3:5|
Ten tedy, kterýž vám dává Ducha svatého a činí divy mezi vámi, z skutků-li Zákona to činí, čili z slyšení víry?
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6
|Gálatas 3:6|
Jako Abraham uvěřil Bohu, a počteno jemu to k spravedlnosti.
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7
|Gálatas 3:7|
A tak vidíte, že ti, kteříž jsou z víry, ti jsou synové Abrahamovi.
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|Gálatas 3:8|
Předzvěděvši pak Písmo, že z víry ospravedlňuje pohany Bůh, předpovědělo Abrahamovi: Že v tobě budou požehnáni všickni národové.
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|Gálatas 3:9|
A tak ti, kteříž jsou z víry, docházejí požehnání s věrným Abrahamem.
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10
|Gálatas 3:10|
Kteříž pak koli z skutků Zákona jsou, pod zlořečenstvím jsou. Nebo psáno jest: Zlořečený každý, kdož nezůstává ve všem, což jest psáno v knihách Zákona, aby to plnil.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva