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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Česká Bible BKR -
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11
|Juízes 7:11|
A uslyšíš, co mluviti budou; i posilní se z toho ruce tvé, tak že směle půjdeš proti vojsku tomu. Sstoupil tedy on a Půra služebník jeho k kraji oděnců, kteříž byli v vojště.
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12
|Juízes 7:12|
Madian pak a Amalech i všecken lid východní leželi v údolí, jako kobylky u velikém množství, ani velbloudů jejich počtu nebylo, jako písek, kterýž jest na břehu mořském v nesčíslném množství.
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13
|Juízes 7:13|
A když přišel Gedeon, aj, jeden vypravoval bližnímu svému sen, a řekl: Hle, zdálo mi se, že pecen chleba ječmenného valil se do vojska Madianského, a přivaliv se na každý stan, udeřil na něj, až padl, a podvrátil jej svrchu, a tak ležel každý stan.
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14
|Juízes 7:14|
Jemužto odpovídaje bližní jeho, řekl: Není to nic jiného, jediné meč Gedeona syna Joasova, muže Izraelského; dalť jest Bůh v ruku jeho Madianské i všecka tato vojska.
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|Juízes 7:15|
Stalo se pak, že když uslyšel Gedeon vypravování snu i vyložení jeho, poklonil se Bohu, a vrátiv se k vojsku Izraelskému, řekl: Vstaňte, nebo dal Hospodin v ruku vaši vojska Madianská.
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|Juízes 7:16|
Rozdělil tedy tři sta mužů na tři houfy, a dal trouby v ruku každému z nich a báně prázdné, a v prostředku těch bání byly pochodně.
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17
|Juízes 7:17|
I řekl jim: Jakž na mně uzříte, tak učiníte; nebo hle, já vejdu na kraj vojska, a jakž já tehdáž budu dělati, tak uděláte.
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18
|Juízes 7:18|
Nebo troubiti budu já v troubu i všickni, jenž se mnou budou, tehdy vy také troubiti budete v trouby vůkol všeho vojska, a řeknete: Meč Hospodinův a Gedeonův.
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19
|Juízes 7:19|
Všel tedy Gedeon a sto mužů, kteříž s ním byli, na kraj vojska při začátku bdění prostředního, jen že byli proměnili stráž; i troubili v trouby, a roztřískali báně, kteréž měli v rukou svých.
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20
|Juízes 7:20|
Tedy ti tři houfové troubili v trouby, rozstřískavše báně, a drželi v ruce své levé pochodně, v pravé pak ruce své trouby, aby troubili, i křičeli: Meč Hospodinův a Gedeonův.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva