-
-
Cornilescu -
-
26
|Esdras 8:26|
Am dat în mînile lor şase sute cincizeci de talanţi de argint, unelte de argint de o sută de talanţi, o sută de talanţi de aur,
-
27
|Esdras 8:27|
douăzeci de pahare de aur de o mie de darici, şi două vase de aramă frumoasă poleită, tot atît de scumpă ca aurul.
-
28
|Esdras 8:28|
Apoi le-am zis: ,,Sînteţi închinaţi Domnului. Vasele acestea sînt lucruri sfinte, şi argintul şi aurul acestea sînt un dar de bună voie făcut Domnului, Dumnezeului părinţilor voştri.
-
29
|Esdras 8:29|
Fiţi cu ochii în patru, şi luaţi lucrurile acestea supt paza voastră, pînă le veţi cîntări înaintea căpeteniilor preoţilor şi înaintarea Leviţilor, şi înaintarea capilor de familii ai lui Israel, la Ierusalim, în cămările Casei Domnului.``
-
30
|Esdras 8:30|
Şi preoţii şi Leviţii au luat greutatea argintului, aurului şi vaselor, ca să le ducă la Ierusalim, în Casa Dumnezeului nostru.
-
31
|Esdras 8:31|
Am plecat dela rîul Ahava, ca să ne ducem la Ierusalim, în a douăsprezecea zi a lunii întîia. Mîna Dumnezeului nostru a fost peste noi, şi ne -a păzit de loviturile vrăjmaşului şi de orice piedică pe drum.
-
32
|Esdras 8:32|
Am ajuns la Ierusalim, şi ne-am odihnit acolo trei zile.
-
33
|Esdras 8:33|
În ziua a patra, am cîntărit în Casa Dumnezeului nostru argintul, aurul şi vasele, pe cari le-am încredinţat lui Meremot, fiul lui Urie, preotul. Cu el era Eleazar, fiul lui Fineas, şi împreună cu ei Leviţii Iozabad, fiul lui Iosua, şi Noadia, fiul lui Binui.
-
34
|Esdras 8:34|
Fiind cercetate toate după număr şi greutate, au pus atunci în scris greutatea tuturor.
-
35
|Esdras 8:35|
Fiii robiei, întorşi din robie, au adus, ca ardere de tot Dumnezeului lui Israel, doisprezece viţei pentru tot Israelul, nouăzeci şi şase de berbeci, şaptezeci şi şapte de miei, şi doisprezece ţapi, ca jertfe ispăşitoare, toate ca ardere de tot Domnului.
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva