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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|1 Tessalonicenses 2:11|
likesom I vet hvorledes vi formante hver og en av eder, som en far sine barn, og la eder på hjerte
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|1 Tessalonicenses 2:12|
og bad eder inderlig å vandre verdig for Gud, som har kalt eder til sitt rike og sin herlighet.
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|1 Tessalonicenses 2:13|
Og derfor takker også vi Gud uavlatelig for at da I fikk det Guds ord vi forkynte, tok I imot det, ikke som et menneske-ord, men, som det i sannhet er, som et Guds ord, som og viser sig virksomt i eder som tror.
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|1 Tessalonicenses 2:14|
For I, brødre, er blitt efterfølgere av de Guds menigheter som er i Kristus Jesus i Judea, idet og I har lidt det samme av eders egne landsmenn som de har lidt av jødene,
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|1 Tessalonicenses 2:15|
som og slo den Herre Jesus og profetene ihjel og forfulgte oss og ikke tekkes Gud og står alle mennesker imot,
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|1 Tessalonicenses 2:16|
idet de hindrer oss fra å tale til hedningene, så de kan bli frelst, forat de alltid må fylle sine synders mål. Dog, vreden har endelig nådd dem!
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|1 Tessalonicenses 2:17|
Men da vi, brødre, hadde vært skilt fra eder en kort stund, med vårt åsyn, ikke med hjertet, gjorde vi oss i vår store lengsel så meget mere umak for å få se eders åsyn,
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|1 Tessalonicenses 2:18|
fordi vi gjerne vilde komme til eder - jeg, Paulus, både én gang og to ganger - men Satan hindret oss.
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|1 Tessalonicenses 2:19|
For hvem er vel vårt håp eller vår glede eller vår hederskrans? er ikke også I det for vår Herre Jesu åsyn ved hans komme?
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|1 Tessalonicenses 2:20|
I er jo vår ære og vår glede.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva