-
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
10
|1 Tessalonicenses 5:10|
han som døde for oss, forat vi, enten vi våker eller sover, skal leve sammen med ham.
-
11
|1 Tessalonicenses 5:11|
Forman derfor hverandre, og opbygg den ene den andre, som I og gjør!
-
12
|1 Tessalonicenses 5:12|
Men vi ber eder, brødre, at I skjønner på dem som arbeider iblandt eder og er eders forstandere i Herren og formaner eder,
-
13
|1 Tessalonicenses 5:13|
og at I holder dem overmåte høit i kjærlighet for deres gjernings skyld. Hold fred med hverandre!
-
14
|1 Tessalonicenses 5:14|
Og vi formaner eder, brødre, påminn de uskikkelige, trøst de mismodige, hjelp de skrøpelige, vær langmodige mot alle!
-
15
|1 Tessalonicenses 5:15|
Se til at ingen gjengjelder nogen ondt med ondt, men legg alltid vinn på det som godt er, mot hverandre og mot alle
-
16
|1 Tessalonicenses 5:16|
Vær alltid glade,
-
17
|1 Tessalonicenses 5:17|
bed uavlatelig,
-
18
|1 Tessalonicenses 5:18|
takk for alt! for dette er Guds vilje i Kristus Jesus til eder.
-
19
|1 Tessalonicenses 5:19|
Utslukk ikke Ånden,
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva