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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Jonas 3:1|
Og Herrens ord kom annen gang til Jonas, og det lød så:
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2
|Jonas 3:2|
Stå op, gå til Ninive, den store stad, og rop ut i den de ord som jeg vil tale til dig!
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3
|Jonas 3:3|
Og Jonas stod op og gikk til Ninive efter Herrens ord. Men Ninive var en stor stad for Gud, tre dagsreiser lang.
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4
|Jonas 3:4|
Og Jonas gikk en dagsreise inn i byen og ropte: Om firti dager skal Ninive bli omstyrtet.
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5
|Jonas 3:5|
Da trodde mennene i Ninive på Gud, og de ropte ut en faste og klædde sig i sekk, både store og små.
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6
|Jonas 3:6|
Da saken kom for Ninives konge, stod han op fra sin trone og la sin kappe av sig og svøpte sekk om sig og satte sig i asken.
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7
|Jonas 3:7|
Og han lot rope ut i Ninive: Efter kongens og hans stormenns påbud må hverken mennesker eller dyr, storfe eller småfe, smake nogen ting, ikke nyte føde og ikke drikke vann!
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8
|Jonas 3:8|
Men de skal svøpe sig i sekk, både mennesker og dyr, og de skal rope til Gud med kraft og vende om, hver fra sin onde vei og fra den urett som henger ved deres hender.
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9
|Jonas 3:9|
Hvem vet? Gud kunde da vende om og angre det, vende om fra sin brennende vrede, så vi ikke forgår.
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10
|Jonas 3:10|
Da nu Gud så det de gjorde, at de vendte om fra sin onde vei, angret han det onde han hadde sagt han vilde gjøre mot dem, og han gjorde det ikke.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva