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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Jonas 3:1|
Og Herrens ord kom annen gang til Jonas, og det lød så:
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2
|Jonas 3:2|
Stå op, gå til Ninive, den store stad, og rop ut i den de ord som jeg vil tale til dig!
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3
|Jonas 3:3|
Og Jonas stod op og gikk til Ninive efter Herrens ord. Men Ninive var en stor stad for Gud, tre dagsreiser lang.
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4
|Jonas 3:4|
Og Jonas gikk en dagsreise inn i byen og ropte: Om firti dager skal Ninive bli omstyrtet.
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5
|Jonas 3:5|
Da trodde mennene i Ninive på Gud, og de ropte ut en faste og klædde sig i sekk, både store og små.
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6
|Jonas 3:6|
Da saken kom for Ninives konge, stod han op fra sin trone og la sin kappe av sig og svøpte sekk om sig og satte sig i asken.
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7
|Jonas 3:7|
Og han lot rope ut i Ninive: Efter kongens og hans stormenns påbud må hverken mennesker eller dyr, storfe eller småfe, smake nogen ting, ikke nyte føde og ikke drikke vann!
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8
|Jonas 3:8|
Men de skal svøpe sig i sekk, både mennesker og dyr, og de skal rope til Gud med kraft og vende om, hver fra sin onde vei og fra den urett som henger ved deres hender.
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9
|Jonas 3:9|
Hvem vet? Gud kunde da vende om og angre det, vende om fra sin brennende vrede, så vi ikke forgår.
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10
|Jonas 3:10|
Da nu Gud så det de gjorde, at de vendte om fra sin onde vei, angret han det onde han hadde sagt han vilde gjøre mot dem, og han gjorde det ikke.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva