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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Jonas 4:1|
Men det syntes Jonas meget ille om, og hans vrede optendtes.
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2
|Jonas 4:2|
Og han bad til Herren og sa: Å Herre! Var det ikke det jeg sa da jeg ennu var i mitt land? Derfor flydde jeg dengang til Tarsis; for jeg visste at du er en nådig og barmhjertig Gud, langmodig og rik på miskunnhet og angrer det onde.
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3
|Jonas 4:3|
Så ta nu, Herre, mitt liv! For jeg vil heller dø enn leve.
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4
|Jonas 4:4|
Men Herren sa: Er det med rette din vrede er optendt?
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5
|Jonas 4:5|
Jonas var gått ut av byen; han hadde satt sig østenfor byen, og der hadde han gjort sig en løvhytte og satt under den i skyggen for å se hvorledes det gikk med byen.
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6
|Jonas 4:6|
Da lot Gud Herren et kikajontre vokse op over Jonas til å skygge over hans hode, så han kunde bli fri sitt mismot; og Jonas gledet sig høilig over kikajontreet.
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7
|Jonas 4:7|
Men dagen efter, da morgenen brøt frem, lot Gud en orm komme, som stakk kikajontreet så det visnet.
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8
|Jonas 4:8|
Og da solen stod op, sendte Gud en lummer østenvind, og solen stakk Jonas' hode, så han vansmektet; da ønsket han sig døden og sa: Jeg vil heller dø enn leve.
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9
|Jonas 4:9|
Men Gud sa til Jonas: Er det med rette din vrede er optendt for kikajontreets skyld? Han svarte: Ja, med rette er min vrede optendt inntil døden.
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10
|Jonas 4:10|
Da sa Herren: Du ynkes over kikajontreet, som du ikke har hatt møie med og ikke opelsket, som blev til på en natt og forgikk på en natt;
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva