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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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51
|João 1:51|
Jesus svarte og sa til ham: Fordi jeg sa dig at jeg så dig under fikentreet, derfor tror du? Du skal få se det som er større enn dette.
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52
|João 1:52|
Og han sa til ham: Sannelig, sannelig sier jeg eder: I skal se himmelen åpnet og Guds engler stige op og stige ned over Menneskesønnen.
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1
|João 2:1|
Og på den tredje dag var det et bryllup i Kana i Galilea, og Jesu mor var der;
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2
|João 2:2|
men også Jesus og hans disipler var innbudt til bryllupet.
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3
|João 2:3|
Og da det blev mangel på vin, sa Jesu mor til ham: De har ikke vin.
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4
|João 2:4|
Jesus sa til henne: Hvad har jeg med dig å gjøre, kvinne? Min time er ennu ikke kommet.
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5
|João 2:5|
Hans mor sa til tjenerne: Hvad han sier eder, det skal I gjøre.
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6
|João 2:6|
Nu stod der, efter jødenes renselsesskikk, seks vannkar av sten, hvert på to eller tre anker.
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7
|João 2:7|
Jesus sa til dem: Fyll karene med vann! Og de fylte dem til randen.
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8
|João 2:8|
Så sa han til dem: Øs nu op og bær det til kjøkemesteren! Og de bar det til ham.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva