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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|João 2:9|
Men da kjøkemesteren smakte vannet som var blitt til vin, og ikke visste hvor den kom fra - men tjenerne som hadde øst vannet, de visste det - da kalte kjøkemesteren på brudgommen og sa til ham:
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10
|João 2:10|
Hver mann setter først den gode vin frem, og når de er blitt drukne, da den ringere; du har gjemt den gode vin til nu.
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11
|João 2:11|
Dette sitt første tegn gjorde Jesus i Kana i Galilea og åpenbarte sin herlighet; og hans disipler trodde på ham.
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|João 2:12|
Derefter drog han ned til Kapernaum, han selv og hans mor og hans brødre og hans disipler, og der blev de nogen få dager.
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13
|João 2:13|
Og jødenes påske var nær, og Jesus drog op til Jerusalem.
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14
|João 2:14|
Og i templet fant han dem som solgte okser og får og duer, og pengevekslerne som satt der,
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|João 2:15|
og han gjorde sig en svepe av rep og drev alle ut av templet, både fårene og oksene, og pengevekslernes penger spilte han, og deres bord veltet han,
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|João 2:16|
og til due-kremmerne sa han: Ta dette bort herfra! gjør ikke min Faders hus til en handelsbod!
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|João 2:17|
Men hans disipler kom i hu at det er skrevet: Nidkjærhet for ditt hus skal fortære mig.
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|João 2:18|
Da tok jødene til orde og sa til ham: Hvad for tegn viser du oss, siden du gjør dette?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva