-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
1
|Lucas 13:1|
På samme tid kom nogen og fortalte ham om de galileere hvis blod Pilatus hadde blandet med deres offer.
-
2
|Lucas 13:2|
Han svarte da og sa til dem: Tenker I at disse galileere var syndere fremfor alle andre galileere, fordi de har lidt dette?
-
3
|Lucas 13:3|
Nei, sier jeg eder; men dersom I ikke omvender eder, skal I alle omkomme likedan.
-
4
|Lucas 13:4|
Eller hine atten som tårnet ved Siloa falt over og slo ihjel, tenker I at de var skyldige fremfor alle mennesker som bor i Jerusalem?
-
5
|Lucas 13:5|
Nei, sier jeg eder; men dersom I ikke omvender eder, skal I alle omkomme på samme vis.
-
6
|Lucas 13:6|
Men han sa denne lignelse: En mann hadde et fikentre som var plantet i hans vingård, og han kom og lette efter frukt på det, og fant ingen.
-
7
|Lucas 13:7|
Da sa han til vingårdsmannen: Se, i tre år er jeg nu kommet og har lett efter frukt på dette fikentre og har ikke funnet nogen; hugg det ned! Hvorfor skal det også opta jorden til ingen nytte?
-
8
|Lucas 13:8|
Men han svarte ham: Herre! la det ennu stå dette år, til jeg får gravd omkring det og lagt gjødning på,
-
9
|Lucas 13:9|
om det kanskje kunde bære til næste år! hvis ikke, da kan du hugge det ned.
-
10
|Lucas 13:10|
Og han holdt på å lære i en av synagogene på sabbaten;
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva