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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Lucas 20:1|
Og det skjedde en av dagene mens han lærte folket i templet og forkynte evangeliet, da stod yppersteprestene og de skriftlærde frem sammen med de eldste
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2
|Lucas 20:2|
og sa til ham: Si oss: Med hvad myndighet gjør du dette, eller hvem er det som har gitt dig denne myndighet?
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3
|Lucas 20:3|
Men han svarte og sa til dem: Også jeg vil spørre eder om en ting; si mig:
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4
|Lucas 20:4|
Johannes' dåp, var den fra himmelen eller fra mennesker?
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5
|Lucas 20:5|
Men de samrådde sig med hverandre og sa: Sier vi: Fra himmelen, da sier han: Hvorfor trodde I ham da ikke?
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6
|Lucas 20:6|
Men sier vi: Fra mennesker, da stener hele folket oss; for de tror fullt og fast at Johannes var en profet.
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7
|Lucas 20:7|
Og de svarte at de ikke visste hvor den var fra.
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8
|Lucas 20:8|
Da sa Jesus til dem: Så sier heller ikke jeg eder med hvad myndighet jeg gjør dette.
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9
|Lucas 20:9|
Han begynte da å si denne lignelse til folket: En mann plantet en vingård og leide den ut til vingårdsmenn og drog utenlands for lange tider.
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10
|Lucas 20:10|
Og da tiden kom, sendte han en tjener til vingårdsmennene, forat de skulde gi ham av vingårdens frukt; men vingårdsmennene slo ham, og lot ham gå bort med tomme hender.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva