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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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41
|Lucas 2:41|
Og hans foreldre drog hvert år til Jerusalem til påskefesten.
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42
|Lucas 2:42|
Og da han var tolv år gammel, drog de der op, som det var skikk på høitiden;
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43
|Lucas 2:43|
og da de hadde vært der de dager til ende, og de vendte hjem igjen, blev barnet Jesus tilbake i Jerusalem, og hans foreldre visste ikke om det.
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44
|Lucas 2:44|
Men da de trodde at han var i reisefølget, kom de en dags reise frem, og lette efter ham blandt slektninger og kjenninger;
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45
|Lucas 2:45|
og da de ikke fant ham, vendte de tilbake til Jerusalem og lette efter ham.
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46
|Lucas 2:46|
Og det skjedde tre dager derefter, da fant de ham i templet; der satt han midt iblandt lærerne og hørte på dem og spurte dem,
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47
|Lucas 2:47|
og alle som hørte ham, var ute av sig selv av forundring over hans forstand og svar.
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48
|Lucas 2:48|
Og da de så ham, blev de forferdet, og hans mor sa til ham: Barn! hvorfor gjorde du oss dette? Se, din far og jeg har lett efter dig med smerte.
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49
|Lucas 2:49|
Og han sa til dem: Hvorfor lette I efter mig? Visste I ikke at jeg må være i min Faders hus?
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50
|Lucas 2:50|
Men de forstod ikke det ord han talte til dem.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva