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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Marcos 15:31|
Likeså spottet også yppersteprestene ham sig imellem sammen med de skriftlærde og sa: Andre har han frelst, sig selv kan han ikke frelse!
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|Marcos 15:32|
La nu Messias, Israels konge, stige ned av korset, så vi kan se det og tro! Også de som var korsfestet sammen med ham, hånte ham.
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33
|Marcos 15:33|
Og da den sjette time var kommet, blev det mørke over hele landet like til den niende time.
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|Marcos 15:34|
Og ved den niende time ropte Jesus med høi røst: Elo'i! Elo'i! lama sabaktani? det er utlagt: Min Gud! Min Gud! hvorfor har du forlatt mig?
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35
|Marcos 15:35|
Og da nogen av dem som stod der, hørte det, sa de: Se, han roper på Elias!
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|Marcos 15:36|
Men en løp frem og fylte en svamp med eddik og stakk den på et rør og gav ham å drikke og sa: Vent, la oss se om Elias kommer for å ta ham ned!
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37
|Marcos 15:37|
Men Jesus ropte med høi røst og utåndet.
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|Marcos 15:38|
Og forhenget i templet revnet i to stykker fra øverst til nederst.
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|Marcos 15:39|
Men da høvedsmannen, som stod like imot ham, så at han utåndet med et sådant rop, sa han: Sannelig, denne mann var Guds Sønn!
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|Marcos 15:40|
Men der var også nogen kvinner som så på i frastand; blandt dem var også Maria Magdalena og Maria, mor til Jakob den yngre og Joses, og Salome,
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva