-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
1
|Mateus 16:1|
Og fariseerne og sadduseerne gikk til ham og fristet ham, og bad at han vilde la dem få se et tegn fra himmelen.
-
2
|Mateus 16:2|
Men han svarte og sa til dem: Når det er blitt aften, sier I: Det blir godt vær, for himmelen er rød;
-
3
|Mateus 16:3|
og om morgenen: Idag blir det uvær, for himmelen er rød og mørk. Himmelens utseende vet I å tyde, men tidenes tegn kan I ikke tyde.
-
4
|Mateus 16:4|
En ond og utro slekt krever tegn, og tegn skal ikke gis den, uten Jonas' tegn. Og han forlot dem og gikk bort.
-
5
|Mateus 16:5|
Og da disiplene kom over til hin side, hadde de glemt å ta brød med.
-
6
|Mateus 16:6|
Da sa Jesus til dem: Se eder for og ta eder i vare for fariseernes og sadduseernes surdeig!
-
7
|Mateus 16:7|
Da tenkte de ved sig selv og sa: Det er fordi vi ikke har tatt brød med.
-
8
|Mateus 16:8|
Men da Jesus merket det, sa han til dem: I lite troende! hvorfor tenker I ved eder selv at det er fordi I ikke har tatt brød med?
-
9
|Mateus 16:9|
Skjønner I ennu ikke, og kommer I ikke i hu de fem brød til de fem tusen, og hvor mange kurver I da fikk,
-
10
|Mateus 16:10|
eller de syv brød til de fire tusen, og hvor mange kurver I da fikk?
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva