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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Naum 3:3|
fremstormende rytter og luende sverd og lynende spyd og drepte i mengde og dynger av lik! Det er ingen ende på døde kropper, en snubler over deres døde kropper,
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4
|Naum 3:4|
til gjengjeld for den mangfoldige utukt som hun drev, hun den fagre og trollkyndige skjøge, som solgte folkeslag ved sin utukt og hele slekter ved sine trolldomskunster.
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5
|Naum 3:5|
Se, jeg kommer over dig, sier Herren, hærskarenes Gud, og jeg vil dra din kjortelfald op over ditt ansikt, og jeg vil la folkeslag se din blusel og riker din skam,
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6
|Naum 3:6|
og jeg vil kaste skarn på dig og føre vanære over dig og gjøre dig til et skuespill.
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|Naum 3:7|
Og det skal skje at hver den som ser dig, skal fly bort fra dig og si: Ødelagt er Ninive! Hvem vil ha medynk med det? Hvor skal jeg søke efter trøstere for dig?
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8
|Naum 3:8|
Mon du er bedre enn No-Amon*, som tronte mellem Nilens strømmer med vann rundt omkring sig, som hadde hav til vern og hav til mur? / {* Teben i Egypten.}
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|Naum 3:9|
Etiopere i mengde og egyptere uten tall, puteere og libyere var dets hjelp.
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10
|Naum 3:10|
Også det måtte gå i landflyktighet som fange, også dets små barn blev knust på alle gatehjørner, og om dets ærede menn blev det kastet lodd, og alle dets stormenn blev bundet med lenker.
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11
|Naum 3:11|
Også du skal bli drukken og sanseløs; også du skal søke et vern imot fienden.
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12
|Naum 3:12|
Alle dine festninger er som fikentrær med tidlig moden frukt; rystes de, så faller fikenene i munnen på den som vil ete dem.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva