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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Naum 3:13|
Se, det krigsfolk du har hos dig, er som kvinnfolk; ditt lands porter står vidt åpne for dine fiender; ilden har fortært dine bommer.
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|Naum 3:14|
Øs vann til å ha mens du er kringsatt, gjør dine festninger sterke, gå ut i dyndet og stamp i leret, sett teglovnene i stand!
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|Naum 3:15|
Der skal ilden fortære dig, sverdet utrydde dig, fortære dig som slikkerne*; du kan gjerne være så tallrik som slikkerne, så tallrik som gresshoppene! / {* JOE 1, 4.}
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|Naum 3:16|
Dine kremmere er flere enn himmelens stjerner; slikkerne bredte ut sine vinger og fløi bort.
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|Naum 3:17|
Dine fyrster er som gresshopper, og dine høvdinger ligner en gresshoppesverm som slår sig ned på murene på en kold dag; solen går op, og de flyver bort, og ingen vet hvor det blir av dem.
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|Naum 3:18|
Dine hyrder slumrer, Assurs konge! Dine gjæve menn ligger i ro; ditt folk er spredt på fjellene, og det er ingen som samler det.
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|Naum 3:19|
Det er ingen lindring for din skade, ulægelig er ditt sår. Alle som hører tidenden om dig, klapper i hendene over dig; for hvem gikk ikke din ondskap uavlatelig ut over?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva