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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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13
|Tiago 5:13|
Lider nogen iblandt eder ondt, han bede; er nogen vel til mote, han synge lovsanger.
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14
|Tiago 5:14|
Er nogen iblandt eder syk, han kalle til sig menighetens eldste, og de skal bede over ham og salve ham med olje i Herrens navn,
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|Tiago 5:15|
og troens bønn skal hjelpe den syke, og Herren skal reise ham op, og har han gjort synder, skal de bli ham forlatt.
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|Tiago 5:16|
Bekjenn derfor eders synder for hverandre og bed for hverandre, forat I kan bli lægt! En rettferdig manns bønn har stor kraft i sin virkning.
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|Tiago 5:17|
Elias var et menneske under samme vilkår som vi, og han bad at det ikke skulde regne, og det regnet ikke på jorden i tre år og seks måneder;
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18
|Tiago 5:18|
og han bad atter, og himmelen gav regn, og jorden bar sin grøde.
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19
|Tiago 5:19|
Mine brødre! dersom nogen iblandt eder har faret vill fra sannheten, og en omvender ham,
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|Tiago 5:20|
han skal vite at den som omvender en synder fra hans villfarende vei, han frelser en sjel fra døden og skjuler en mangfoldighet av synder.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva