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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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4
|Tiago 2:4|
gjør I da ikke forskjell hos eder selv og er blitt dommere med onde tanker?
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5
|Tiago 2:5|
Hør dog, mine elskede brødre: Har ikke Gud utvalgt dem som er fattige på verdens gods, til å være rike i troen og arvinger til det rike han har lovt dem som elsker ham?
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6
|Tiago 2:6|
Men I har vanæret den fattige. Er det ikke de rike som underkuer eder, og som drar eder for domstolene?
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7
|Tiago 2:7|
Er det ikke de som spotter det gode navn I er nevnt med?
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8
|Tiago 2:8|
Visselig, dersom I opfyller den kongelige lov efter Skriften: Du skal elske din næste som dig selv, da gjør I vel;
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9
|Tiago 2:9|
men gjør I forskjell på folk, da gjør I synd, og loven refser eder som lovbrytere.
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10
|Tiago 2:10|
For enhver som holder hele loven, men snubler i én ting, han er blitt skyldig i alle.
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11
|Tiago 2:11|
For han som sa: Du skal ikke drive hor, han sa også: Du skal ikke slå ihjel. Om du da ikke driver hor, men slår ihjel, da er du blitt lovbryter.
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12
|Tiago 2:12|
Tal så og gjør så som de som skal dømmes efter frihetens lov!
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|Tiago 2:13|
For dommen skal være ubarmhjertlg mot den som ikke har gjort barmhjertighet; men barmhjertighet roser sig mot dommen.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva