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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Tiago 2:14|
Hvad nytter det, mine brødre, om en sier at han har tro, når han ikke har gjerninger? Kan vel troen frelse ham?
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15
|Tiago 2:15|
Om en bror eller søster er naken og fattes føde for dagen,
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|Tiago 2:16|
og nogen av eder sier til dem: Gå bort i fred, varm eder og mett eder! men I ikke gir dem det som legemet trenger, hvad nytter det?
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|Tiago 2:17|
Således og med troen: har den ikke gjerninger, er den død i sig selv.
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|Tiago 2:18|
Men en kan si: Du har tro, og jeg har gjerninger. Vis mig din tro uten gjerninger, og jeg vil vise dig min tro av mine gjerninger!
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19
|Tiago 2:19|
Du tror at Gud er én; du gjør vel; djevlene tror det også og skjelver.
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20
|Tiago 2:20|
Og vil du vite det, du dårlige menneske, at troen uten gjerninger er unyttig?
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21
|Tiago 2:21|
Abraham, vår far, blev ikke han rettferdiggjort ved gjerninger, da han ofret sin sønn Isak på alteret?
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|Tiago 2:22|
Du ser at troen virket sammen med hans gjerninger, og at troen blev fullkommen ved gjerningene,
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|Tiago 2:23|
og Skriften blev opfylt, som sier: Abraham trodde Gud, og det blev regnet ham til rettferdighet, og han blev kalt Guds venn.
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Sugestões

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22 de junho LAB 539
SERIA ERRADO BATER PALMAS NA IGREJA?
SALMOS 46-50
As pessoas que perguntam isso não devem conhecer um verso da na leitura de hoje: “Batam palmas, vocês, todos os povos; aclamem a Deus com cantos de alegria” (Salmo 47:1).
No serviço de louvor, existem aquelas palmas que acompanham o ritmo da música. Nas Escrituras, até os elementos da Natureza são chamados a bater palmas (Isaías 55:12; Salmo 98:8 e 9). Com equilíbrio, é obvio que o louvor acompanhado das palmas alcança melhor seu objetivo de envolver a todos. É só não deixar que o ritmo seja mais enfatizado que a letra e a mensagem da música.
Os aplausos de um público para uma pessoa também são bíblicos (2Reis 11:12). Ao usar as palmas, porém, é preciso evitar o desequilíbrio do exagero, da falta de etiqueta, na descompostura e exaltação do ser humano acima de Deus. Um público cristão deve bater palmas para um cantor, um pastor ou qualquer outro ministro, simplesmente “dizendo” com suas palmas: “Louvado seja Deus, irmão, pelo seu talento!” Esse aplauso seria um tipo de um “grande ‘amém’”. O que não pode acontecer é o uso das palmas para idolatrar o aplaudido. O povo precisa ser educado quanto a isso, pois o diálogo é sempre melhor que a inibição.
Alguém poderia alegar: a) que existem poucas passagens que falem sobre o “bater palmas”; b) que provoca desordem no culto; e c) exaltação do ser humano acima de Deus.
Quanto ao primeiro item, os críticos precisam levar em consideração que, embora haja poucas passagens que falem sobre bater palmas, não existe uma passagem bíblica sequer que condene essa prática. Isso deixa a crítica em pior situação que a prática. Quanto aos dois últimos argumentos, podemos claramente perceber que eles se referem muito mais ao desequilíbrio que a uma prática equilibrada e sadia. Portanto, embora devamos respeitar a esses críticos como pessoas, devemos dialogar e crescer no entendimento de um louvor mais amplo.
A recomendação bíblica de Salmo 47:1 não é um mandamento obrigatório. Bater palmas na igreja é uma questão cultural. Ela deve usar as melhores formas de expressão existentes em sua cultura que levem a maioria a adorar. Se a maior parte dos membros louva, adora, reconhece e interage melhor com as palmas, que as palmas sejam usadas com equilíbrio, para a honra e glória de Deus. Em muitos lugares do mundo, nossa igreja tem esse costume. Mas, por outro lado, se a maioria das pessoas ainda não consegue se sentir bem com a presença das palmas no serviço de adoração, não compensa usar um elemento que não edificará os crentes (1Coríntios 10:31).
De qualquer forma, louve ao Senhor!
Valdeci Júnior
Fátima Silva