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Darby Version -
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19
|1 Pedro 4:19|
Wherefore also let them who suffer according to the will of God commit their souls in well-doing to a faithful Creator.
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1
|1 Pedro 5:1|
The elders which [are] among you I exhort, who [am their] fellow-elder and witness of the sufferings of the Christ, who also [am] partaker of the glory about to be revealed:
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2
|1 Pedro 5:2|
shepherd the flock of God which [is] among you, exercising oversight, not by necessity, but willingly; not for base gain, but readily;
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3
|1 Pedro 5:3|
not as lording it over your possessions, but being models for the flock.
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4
|1 Pedro 5:4|
And when the chief shepherd is manifested ye shall receive the unfading crown of glory.
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5
|1 Pedro 5:5|
Likewise [ye] younger, be subject to [the] elder, and all of you bind on humility towards one another; for God sets himself against [the] proud, but to [the] humble gives grace.
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6
|1 Pedro 5:6|
Humble yourselves therefore under the mighty hand of God, that he may exalt you in [the due] time;
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7
|1 Pedro 5:7|
having cast all your care upon him, for he cares about you.
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8
|1 Pedro 5:8|
Be vigilant, watch. Your adversary [the] devil as a roaring lion walks about seeking whom he may devour.
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9
|1 Pedro 5:9|
Whom resist, stedfast in faith, knowing that the selfsame sufferings are accomplished in your brotherhood which [is] in [the] world.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva