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Darby Version -
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11
|Daniel 1:11|
And Daniel said to the steward, whom the prince of the eunuchs had set over Daniel, Hananiah, Mishael, and Azariah,
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12
|Daniel 1:12|
Prove thy servants, I beseech thee, ten days; and let them give us pulse to eat, and water to drink;
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13
|Daniel 1:13|
then let our countenances be looked upon before thee, and the countenance of the youths that eat of the king's delicate food: and as thou shalt see, deal with thy servants.
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14
|Daniel 1:14|
And he hearkened unto them in this matter, and proved them ten days.
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15
|Daniel 1:15|
And at the end of ten days their countenances appeared fairer and were fatter in flesh than all the youths that ate of the king's delicate food.
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16
|Daniel 1:16|
So the steward took away their delicate food, and the wine that they should drink; and gave them pulse.
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17
|Daniel 1:17|
As for these four youths, God gave them knowledge and skill in all learning and wisdom; and Daniel had understanding in all visions and dreams.
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18
|Daniel 1:18|
And at the end of the days that the king had said he should bring them in, the prince of the eunuchs brought them in before Nebuchadnezzar.
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19
|Daniel 1:19|
And the king spoke with them; and among them all was found none like Daniel, Hananiah, Mishael, and Azariah: and they stood before the king.
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20
|Daniel 1:20|
And in all matters of judicious wisdom, as to which the king enquired of them, he found them ten times better than all the scribes [and] magicians that were in all his realm.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva