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Darby Version -
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11
|Gálatas 1:11|
But I let you know, brethren, [as to] the glad tidings which were announced by me, that they are not according to man.
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12
|Gálatas 1:12|
For neither did I receive them from man, neither was I taught [them], but by revelation of Jesus Christ.
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13
|Gálatas 1:13|
For ye have heard [what was] my conversation formerly in Judaism, that I excessively persecuted the assembly of God, and ravaged it;
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14
|Gálatas 1:14|
and advanced in Judaism beyond many [my] contemporaries in my nation, being exceedingly zealous of the doctrines of my fathers.
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15
|Gálatas 1:15|
But when God, who set me apart [even] from my mother's womb, and called [me] by his grace,
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16
|Gálatas 1:16|
was pleased to reveal his Son in me, that I may announce him as glad tidings among the nations, immediately I took not counsel with flesh and blood,
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17
|Gálatas 1:17|
nor went I up to Jerusalem to those [who were] apostles before me; but I went to Arabia, and again returned to Damascus.
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18
|Gálatas 1:18|
Then after three years I went up to Jerusalem to make acquaintance with Peter, and I remained with him fifteen days;
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19
|Gálatas 1:19|
but I saw none other of the apostles, but James the brother of the Lord.
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20
|Gálatas 1:20|
Now what I write to you, behold, before God, I do not lie.
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Sugestões

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21 de março LAB 446
PENSANDO BEM...
Juízes 20-21
Laurence Richards, em seu livro The Teacher’s Coments, chamou-me a atenção para algo que eu nunca tinha pensado em relação ao livro de Juízes e a nossa sociedade moderna. Se você observar na sua Bíblia, ao terminar de ler esse livro, vai deparar-se com a frase: “Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.” Na realidade, essa frase repete-se várias vezes em Juízes. Ela deve nos levar a pensar sobre tudo o que possa existir na nossa conduta que não esteja alinhado com a vida que Deus descreve na Sua Lei. Este é o ponto.
Pense bem: nos dias atuais, os tribunais têm a tendência de definir o que é obsceno usando como critérios o que seriam chamados de “padrões da sociedade”. Ou seja, o que as pessoas de uma comunidade considerarem obscenidade será obscenidade, e o que considerarem não-obsceno não será obsceno. E, desafortunadamente, isso é óbvio. Mas minha pergunta é: O que você acha desse critério?
Será que a frase “Naquela época... cada um fazia o que lhe parecia certo” e esse sistema moderno de estabelecer a “justiça” têm algo em comum? É claro que tem tudo a ver. Obviamente também estamos errados. A(s) nossa(s) comunidade(s) deveria(m) estabelecer como definições legais os conceitos morais e não as ações de crime. Mas parece quase impossível, pois como isso seria feito, se existe tanto desacordo sobre o que vem a ser “certo” e o que vem a ser “errado”? O pós-modernismo, o pluralismo e o amor pelo “politicamente correto” nos fizeram, como sociedade, afocinharmos nessa fossa insegura.
“E agora?” É a mesma pergunta que poderia ser feita e ser respondida no período dos Juízes. Temos a Bíblia, eles tinham o Pentateuco e a história de Josué. A própria Palavra de Deus, através de Josué e de Moisés, já tinha advertido aquele povo que a desobediência também traz consigo a semeadura da autodestruição. O contexto daquela sociedade do fim do livro de Juízes mostra esse conceito de uma maneira muito clara. A única variação é que o deteriorar das coisas, às vezes, é um processo longo ou um processo curto, mas é um processo que acontece. Pode demorar porque em determinadas situações, o fruto mortal e amargo talvez demore algumas gerações para ficar maduro. Mas o “Assim Diz o Senhor” é certo. A mortandade que um dia foi anunciada vai chegar. O que Deus fala, de forma muito inconfundível e irredutível, é a expressão dos princípios nos quais precisamos nos basear para sermos bem conduzidos nesta vida.
E os princípios você já sabe como pode encontrar: fazendo a leitura bíblica diária.
Valdeci Júnior
Fátima Silva