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Darby Version -
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11
|Jonas 1:11|
And they said unto him, What shall we do unto thee, that the sea may be calm unto us? for the sea grew more and more tempestuous.
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12
|Jonas 1:12|
And he said unto them, Take me up, and cast me forth into the sea; so shall the sea be calm unto you: for I know that because of me this great tempest is upon you.
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13
|Jonas 1:13|
But the men rowed hard to regain the land; but they could not; for the sea grew more and more tempestuous against them.
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14
|Jonas 1:14|
And they cried unto Jehovah and said, Ah, Jehovah, we beseech thee, let us not perish for this man's life, and lay not upon us innocent blood: for thou, Jehovah, hast done as it pleased thee.
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15
|Jonas 1:15|
And they took up Jonah, and cast him forth into the sea: and the sea ceased from its raging.
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16
|Jonas 1:16|
And the men feared Jehovah exceedingly, and offered a sacrifice unto Jehovah, and made vows.
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17
|Jonas 1:17|
And Jehovah prepared a great fish to swallow up Jonah. And Jonah was in the belly of the fish three days and three nights.
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1
|Jonas 2:1|
And Jonah prayed unto Jehovah his God out of the fish's belly;
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2
|Jonas 2:2|
and he said: I cried by reason of my distress unto Jehovah, and he answered me; Out of the belly of Sheol cried I: thou heardest my voice.
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3
|Jonas 2:3|
For thou didst cast me into the depth, into the heart of the seas, And the flood was round about me: All thy breakers and thy billows are gone over me.
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva