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Darby Version -
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4
|Jonas 3:4|
And Jonah began to enter into the city a day's journey, and he cried and said, Yet forty days, and Nineveh shall be overthrown!
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5
|Jonas 3:5|
And the men of Nineveh believed God, and proclaimed a fast, and put on sackcloth, from the greatest of them even to the least of them.
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6
|Jonas 3:6|
And the word reached the king of Nineveh, and he arose from his throne, and laid his robe from him, and covered himself with sackcloth, and sat in ashes.
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7
|Jonas 3:7|
And he caused it to be proclaimed and published through Nineveh by the decree of the king and his nobles, saying, Let neither man nor beast, herd nor flock, taste anything: let them not feed, nor drink water;
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8
|Jonas 3:8|
and let man and beast be covered with sackcloth, and cry mightily unto God; and let them turn every one from his evil way, and from the violence that is in their hands.
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9
|Jonas 3:9|
Who knoweth but that God will turn and repent, and will turn away from his fierce anger, that we perish not?
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10
|Jonas 3:10|
And God saw their works, that they turned from their evil way; and God repented of the evil that he had said he would do unto them, and he did [it] not.
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1
|Jonas 4:1|
And it displeased Jonah exceedingly, and he was angry.
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2
|Jonas 4:2|
And he prayed unto Jehovah, and said, Ah, Jehovah, was not this my saying when I was yet in my country? Therefore I was minded to flee at first unto Tarshish; for I knew that thou art a gracious ??God, and merciful, slow to anger, and of great loving-kindness, and repentest thee of the evil.
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3
|Jonas 4:3|
And now, Jehovah, take, I beseech thee, my life from me, for it is better for me to die than to live.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva