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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|João 11:1|
Now there was a certain [man] sick, Lazarus of Bethany, of the village of Mary and Martha her sister.
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2
|João 11:2|
It was [the] Mary who anointed the Lord with ointment and wiped his feet with her hair, whose brother Lazarus was sick.
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3
|João 11:3|
The sisters therefore sent to him, saying, Lord, behold, he whom thou lovest is sick.
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4
|João 11:4|
But when Jesus heard [it], he said, This sickness is not unto death, but for the glory of God, that the Son of God may be glorified by it.
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5
|João 11:5|
Now Jesus loved Martha, and her sister, and Lazarus.
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6
|João 11:6|
When therefore he heard, He is sick, he remained two days then in the place where he was.
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7
|João 11:7|
Then after this he says to his disciples, Let us go into Judaea again.
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8
|João 11:8|
The disciples say to him, Rabbi, [even but] now the Jews sought to stone thee, and goest thou thither again?
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9
|João 11:9|
Jesus answered, Are there not twelve hours in the day? If any one walk in the day, he does not stumble, because he sees the light of this world;
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10
|João 11:10|
but if any one walk in the night, he stumbles, because the light is not in him.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva