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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|João 15:1|
I am the true vine, and my Father is the husbandman.
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2
|João 15:2|
[As to] every branch in me not bearing fruit, he takes it away; and [as to] every one bearing fruit, he purges it that it may bring forth more fruit.
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3
|João 15:3|
Ye are already clean by reason of the word which I have spoken to you.
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4
|João 15:4|
Abide in me and I in you. As the branch cannot bear fruit of itself unless it abide in the vine, thus neither [can] ye unless ye abide in me.
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5
|João 15:5|
I am the vine, ye [are] the branches. He that abides in me and I in him, *he* bears much fruit; for without me ye can do nothing.
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6
|João 15:6|
Unless any one abide in me he is cast out as the branch, and is dried up; and they gather them and cast them into the fire, and they are burned.
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7
|João 15:7|
If ye abide in me, and my words abide in you, ye shall ask what ye will and it shall come to pass to you.
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8
|João 15:8|
In this is my Father glorified, that ye bear much fruit, and ye shall become disciples of mine.
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9
|João 15:9|
As the Father has loved me, I also have loved you: abide in my love.
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10
|João 15:10|
If ye shall keep my commandments, ye shall abide in my love, as I have kept my Father's commandments and abide in his love.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva