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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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62
|Marcos 14:62|
And Jesus said, *I* am, and ye shall see the Son of man sitting at the right hand of power, and coming with the clouds of heaven.
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63
|Marcos 14:63|
And the high priest, having rent his clothes, says, What need have we any more of witnesses?
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64
|Marcos 14:64|
Ye have heard the blasphemy; what think ye? And they all condemned him to be guilty of death.
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65
|Marcos 14:65|
And some began to spit upon him, and cover up his face, and buffet him, and say to him, Prophesy; and the officers struck him with the palms of their hands.
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66
|Marcos 14:66|
And Peter being below in the palace-court, there comes one of the maids of the high priest,
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67
|Marcos 14:67|
and seeing Peter warming himself, having looked at him, says, And *thou* wast with the Nazarene, Jesus.
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68
|Marcos 14:68|
But he denied, saying, I know not nor understand what thou sayest. And he went out into the vestibule; and a cock crew.
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69
|Marcos 14:69|
And the maid, seeing him, again began to say to those that stood by, This is [one] of them.
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70
|Marcos 14:70|
And he again denied. And again, after a little, those that stood by said to Peter, Truly thou art [one] of them, for also thou art a Galilean.
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71
|Marcos 14:71|
But he began to curse and to swear, I know not this man of whom ye speak.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva