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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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3
|Marcos 16:3|
And they said to one another, Who shall roll us away the stone out of the door of the sepulchre?
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4
|Marcos 16:4|
And when they looked, they see that the stone has been rolled [away], for it was very great.
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5
|Marcos 16:5|
And entering into the sepulchre, they saw a young man sitting on the right, clothed in a white robe, and they were amazed and alarmed;
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6
|Marcos 16:6|
but he says to them, Be not alarmed. Ye seek Jesus, the Nazarene, the crucified one. He is risen, he is not here; behold the place where they had put him.
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7
|Marcos 16:7|
But go, tell his disciples and Peter, he goes before you into Galilee; there shall ye see him, as he said to you.
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8
|Marcos 16:8|
And they went out, and fled from the sepulchre. And trembling and excessive amazement possessed them, and they said nothing to any one, for they were afraid.
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9
|Marcos 16:9|
Now when he had risen very early, the first [day] of the week, he appeared first to Mary of Magdala, out of whom he had cast seven demons.
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10
|Marcos 16:10|
*She* went and brought word to those that had been with him, [who were] grieving and weeping.
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11
|Marcos 16:11|
And when these heard that he was alive and had been seen of her, they disbelieved [it].
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12
|Marcos 16:12|
And after these things he was manifested in another form to two of them as they walked, going into the country;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva