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Darby Version -
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3
|Sofonias 2:3|
Seek Jehovah, all ye meek of the land, who have performed his ordinance; seek righteousness, seek meekness: it may be ye shall be hid in the day of Jehovah's anger.
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4
|Sofonias 2:4|
For Gazah shall be forsaken, and Ashkelon shall be a desolation; they shall drive out Ashdod at noonday, and Ekron shall be rooted up.
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5
|Sofonias 2:5|
Woe unto the inhabitants of the sea-coast, the nation of the Cherethites! The word of Jehovah is against you, O Canaan, land of the Philistines: I will destroy thee, that there shall be no inhabitant;
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6
|Sofonias 2:6|
and the sea-coast shall be cave-dwellings for shepherds, and folds for flocks.
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7
|Sofonias 2:7|
And the coast shall be for the remnant of the house of Judah; they shall feed thereon: in the houses of Ashkelon shall they lie down in the evening: for Jehovah their God shall visit them, and turn again their captivity.
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8
|Sofonias 2:8|
I have heard the reproach of Moab, and the revilings of the children of Ammon, wherewith they have reproached my people, and magnified themselves against their border.
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9
|Sofonias 2:9|
Therefore, [as] I live, saith Jehovah of hosts, the God of Israel, Moab shall certainly be as Sodom, and the children of Ammon as Gomorrah, a possession of nettles, and salt-pits, and a perpetual desolation; the remnant of my people shall spoil them, and the residue of my nation shall possess them.
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10
|Sofonias 2:10|
This shall they have for their pride, because they have reproached and magnified themselves against the people of Jehovah of hosts.
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11
|Sofonias 2:11|
Jehovah will be terrible unto them; for he will famish all the gods of the earth; and all the isles of the nations shall worship him, every one from his place.
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12
|Sofonias 2:12|
Ye Ethiopians also, ye shall be the slain of my sword.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva