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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Esdras 4:1|
Men när ovännerna till Juda och Benjamin fingo höra att de som hade återkommit ifrån fångenskapen höllo på att bygga ett tempel åt HERREN, Israels Gud,
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2
|Esdras 4:2|
gingo de till Serubbabel och till huvudmännen för familjerna och sade till dem: »Vi vilja bygga tillsammans med eder, ty vi söka eder Gud, likasom I, och åt honom offra vi alltsedan den tid då den assyriske konungen Esarhaddon lät föra oss hit.»
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3
|Esdras 4:3|
Men Serubbabel och Jesua och de övriga huvudmännen för Israels familjer sade till dem: »Det är icke tillbörligt att I tillsammans med oss byggen ett hus åt vår Gud, utan vi vilja för oss själva med varandra bygga huset åt HERREN, Israels Gud, såsom konung Kores, konungen i Persien, har bjudit oss.»
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4
|Esdras 4:4|
Men folket i landet bedrev det så, att judafolkets mod föll och de avskräcktes från att bygga vidare.
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5
|Esdras 4:5|
Och de lejde mot dem män som genom sina råd gjorde deras rådslag om intet, så länge Kores, konungen i Persien, levde, och sedan ända till dess att Darejaves, konungen i Persien, kom till regeringen.
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6
|Esdras 4:6|
(Sedermera, under Ahasveros' regering, redan i begynnelsen av hans regering, skrev man en anklagelseskrift mot dem som bodde i Juda och Jerusalem.
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7
|Esdras 4:7|
Och i Artasastas tid skrevo Bislam, Mitredat och Tabeel samt dennes övriga medbröder till Artasasta, konungen i Persien. Och det som stod i skrivelsen var skrivet med arameiska bokstäver och avfattat på arameiska.
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8
|Esdras 4:8|
Likaledes skrevo rådsherren Rehum och sekreteraren Simsai ett brev om Jerusalem till konung Artasasta av följande innehåll.
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9
|Esdras 4:9|
De skrevo då, rådsherren Rehum och sekreteraren Simsai och de andra, deras medbröder: diniterna och afaresatkiterna, tarpeliterna, afaresiterna, arkeviterna, babylonierna, susaniterna, dehaviterna, elamiterna
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10
|Esdras 4:10|
och de andra folk som den store och mäktige Asenappar hade fört bort och låtit bosätta sig i staden Samaria och annorstädes i landet på andra sidan floden o. s. v.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva