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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Ezequiel 20:1|
I sjunde året, på tionde dagen i femte månaden, kommo några av de äldste i Israel för att fråga HERREN; och de satte sig ned hos mig.
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2
|Ezequiel 20:2|
Då kom HERRENS ord till mig han sade:
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3
|Ezequiel 20:3|
Du människobarn, tala med de äldste i Israel och säg till dem: Så säger Herren, HERREN: Haven I kommit för att fråga mig? Så sant jag lever, jag låter icke fråga mig av eder, säger Herren, HERREN.
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4
|Ezequiel 20:4|
Men vill du döma dem, ja, vill du döma, du människobarn, så förehåll dem deras fäders styggelser
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5
|Ezequiel 20:5|
och säg till dem: Så säger Herren, HERREN: På den dag då jag utvalde Israel, då upplyfte jag min hand till ed inför Jakobs hus' barn och gjorde mig känd för dem i Egyptens land; jag upplyfte min hand till ed inför dem och sade: »Jag är HERREN, eder Gud.
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6
|Ezequiel 20:6|
På den dagen lovade jag dem med upplyft hand att föra dem ut ur Egyptens land, till det land som jag hade utsett åt dem, ett land som skulle flyta av mjölk och honung, och som vore härligast bland alla länder.
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7
|Ezequiel 20:7|
Och jag sade till dem: »Var och en av eder kaste bort sina ögons styggelser, och ingen orene sig på Egyptens eländiga avgudar; jag är HERREN, eder Gud.»
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8
|Ezequiel 20:8|
Men de voro gensträviga mot mig och ville icke höra på mig; de kastade icke bort var och en sina ögons styggelser, och de övergåvo icke Egyptens eländiga avgudar. Då tänkte jag på att utgjuta min förtörnelse över dem och att uttömma min vrede på dem mitt i Egyptens land.
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9
|Ezequiel 20:9|
Men vad jag gjorde, det gjorde jag för mitt namns skull, för att detta icke skulle bliva vanärat i de folks ögon, bland vilka de levde, och i vilkas åsyn jag gjorde mig känd för dem, i det jag förde dem ut ur Egyptens land.
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10
|Ezequiel 20:10|
Så förde jag dem då ut ur Egyptens land och lät dem komma in i öknen.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva